Arquivo da Categoria ‘Educação’

MEC dará bolsas de mestrado a professores da educação básica

terça-feira, 22 de março de 2011

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) passará a conceder bolsas de mestrado a professores da educação básica. O anúncio foi feito pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, nesta segunda-feira, durante cerimônia de premiação de professores no Palácio do Planalto. “Muitas vezes o mestrado não é na cidade onde o professor mora e isso exige custeio, gastos com transporte, alimentação, aquisição de material pedagógico”, explicou Haddad ao falar sobre a importância da bolsa para a formação dos professores da educação básica.

Os cursos serão ligados às áreas de ensino da educação básica. Quem conseguir a bolsa terá de permanecer nas salas de aula da rede pública de ensino por no mínimo 5 anos depois da diplomação. Fernando Haddad afirmou que a medida objetiva também estimular o aumento da oferta de mestrado para os educadores da rede pública ao criar a demanda pelos cursos. A portaria que normatiza a concessão dessas bolsas será publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, dia 22. 

Confira: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5011894-EI8266,00-MEC+dara+bolsas+de+mestrado+a+professores+da+educacao+basica.html

Plano Nacional de Educação: Deputados começam a analisar as diretrizes para 2011-2020

terça-feira, 15 de março de 2011

O exame das diretrizes, metas e estratégias do Plano Nacional de Educação (PNE) para o período 2011-2020 começa este mês na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. Durante cinco sessões ordinárias, os parlamentares podem apresentar emendas ao Projeto de Lei nº 8.035/2010.

O PNE 2011-2020 tem dez diretrizes, que preveem, entre outras iniciativas, a erradicação do analfabetismo, a melhoria da qualidade do ensino, a valorização dos profissionais da educação, a gestão democrática da educação e a difusão dos princípios de equidade e do respeito à diversidade. O plano define metas e prazos para que elas sejam alcançadas. A meta número um é a universalização do atendimento escolar — até 2016, de crianças de quatro e cinco anos de idade e de adolescentes de 15 a 17 anos; até 2020, de crianças de até três anos (ampliação do atendimento em 50%). O aumento da oferta de educação integral pública também está previsto e deve atingir 50% das escolas até 2020.

O Distrito Federal, os 26 estados e os 5.564 municípios têm uma série de tarefas a cumprir a partir da aprovação do PNE no Congresso Nacional. Eles devem, por exemplo, criar leis específicas, no prazo de um ano, para disciplinar a gestão democrática da educação nas redes de ensino, além de atualizar ou elaborar planos estaduais e municipais de educação. Informação do Ministério da Educação.

Uma revolução na educação pública

terça-feira, 15 de março de 2011

Imagine uma escola pública dirigida pela comunidade, com a liberdade de escolher e demitir os diretores e os professores, além de estabelecer seu próprio currículo e o número de horas que os alunos estudam. Esse tipo de escola independente gera um intenso debate nos Estados Unidos, mas virou um objeto de desejo dos pais e criou enormes filas de espera –e, por isso, apesar da resistência dos sindicatos e dos burocratas, se dissemina.

Nesta semana será apresentado, em um encontro sobre educação promovido pelo MIT em São Paulo, um detalhado estudo feito por economistas americanos mostrando que, nas áreas urbanas deterioradas, essas escolas, aqui chamadas de ‘Charter’, fazem o aluno prosperar expressivamente.

Os motivos que levam a essa melhora são foco de intensa polêmica. Mas o fato é quanto maior for a pressão por uma educação pública de qualidade, maior a vontade de experimentar soluções, fugindo dos modelos tradicionais –e maior será o foco no mérito.

Talvez não seja a solução para melhorar a escola pública, mas é uma das soluções. E precisa muita vontade de brigar para tirá-la do papel.

DICAS DE PORTUGUÊS!

terça-feira, 15 de março de 2011

O moral ou a moral?

 

A palavra “moral” pode ser masculina ou feminina, dependendo do sentido que assume em cada caso. A moral é o conjunto de valores e princípios éticos, enquanto “o” moral é o ânimo. É por isso que dizemos que a torcida eleva o moral dos times – não a moral.

Veja o fragmento abaixo:

“Mas a hierarquia queria mesmo era o sangue ‘do gado’ para animar a moral das tropas, mostrando o valor da disciplina.”

“Moral”, nesse trecho, ao que tudo indica é a disposição de espírito, não o conjunto de valores – seria o caso, portanto, de usar o artigo masculino. Assim:     

… para animar o moral das tropas

Ainda convém lembrar a distinção entre os adjetivos “amoral” e “imoral”. Ambos são formados com prefixos de negação, mas cada termo tem seu significado particular. “Amoral” é aquilo que ignora os princípios morais (disse Oscar Wilde que a arte é amoral); “imoral” é aquilo que contraria os princípios morais.

Veja mais dicas, acessando o link: http://educacao.uol.com.br/dicas-portugues/o-moral-ou-a-moral.jhtm 

“Busque aprimorar o seus conhecimentos sempre, pois eles lhe trarão o sucesso!”

Uso do hífen - nova ortografia da língua portuguesa

terça-feira, 1 de março de 2011
HÍFEN
Novas regras ortográficas aplicadas no Brasil
PRIMEIRA DICA
1 - Regra: prefixos terminados em vogal diante de palavras que começam com r e s, perdem o hífen e dobram-se estas consoantes. Resultado: autorretrato, contrarregra, antissocial, autossugestão, contrassenha e suprarrenal.
SEGUNDA DICA
2 - Regra: palavras com prefixos terminados com a mesma vogal do início da palavra seguinte, passam a ser escritas com hífen.
Assim: anti-inflamatório, arqui-inimigo, micro-ônibus, anti-imperialista, micro-ondas.

Exceção: O prefixo “co” aglutina-se com a segunda palavra, e não aceita o hífen mesmo diante de palavra que comece com a mesma vogal “o“. Em cooptar, coobrigação, cooperação, coordenar, etc.

TERCEIRA DICA

3 - Regra: O hífen deixará de ser grafado quando o prefixo terminar em vogal diferente da que inicia a palavra seguinte.
Assim: semiaberto, semiárido, semiautomático, autoafirmação, autoajuda, autoaprendizagem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, coautor, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista.

QUARTA DICA
4 - Regra: prefixos terminados com a mesma letra r que inicia a segunda palavra, continuam sendo grafados com hífen.
Resultado: Hiper-resistente, inter-relacionado, super-resistente.

QUINTA DICA
5 - Regra - Os prefixos: ex, sem, além, recém, aquém, pró, pós, e pré pedem o hífen.
Assim: Sem-terra, ex-presidente, recém-chegado, pró-ativo, pós-graduado, além-mar, pré-temperado.

SEXTA DICA
6 - Regra - Com prefixos em que a segunda palavra se inicia com h, a regra manda por o hífen:
Assim: Super-homem, sobre-humano, co-herdeiro, anti-higiênico, anti-helmíntico, mini-hotel.
Exceção: sub-humano que perde o h e o hífen resultando nova grafia: subumano

SÉTIMA DICA
7. Regra - Não se usa hífen quando o prefixo termina com vogal diante de palavra que comece por consoante, exclusive diante das consoantes “r” e “s”
Assim: Anteprojeto, antitetânico, contraproducente, contraparente, autopeça, geopolítica, microcomputador, semicírculo, semideus, ultramoderno.
Exceção: Usa-se sempre o hífen depois o prefixovice Como em: Vice-presidente, vice-rei, vice-diretor, vice-almirante, etc.

OITAVA DICA
8. Regra - Quando o prefixo terminar em consoante igual à da segunda palavra, grafa-se com hífen:
Assim: Inter-racial, super-requintado, hiper-radical, super-resistente, hiper-romântico
Nos demais casos (consoante diferente) não tem hífen. Assim: hipermercado, supermercado, intermunicipal, superprotetora,

NONA DICA
9. Regra - Com o prefixo sub, usa-se o hífen diante de palavra que comece com a letra “r”
Assim: Sub-região, sub-raça, sub-repticiamente,

DÉCIMA DICA
10. Regra - Usa-se hífen: com os prefixos Pan e Circun diante de palavra inicada por m, n e vogal
Assim: Circun-navegação, pan-americano, pan-meridional, etc.

DÉCIMA PRIMEIRA DICA
11. Regra -Não se usa o hífen quando o prefixo termina em consoante seguida de vogal na segunda palavra.
Como em: interestadual, hiperacidez, hiperativo, superaquecimento, supereconômico, superexigente, superamigo,

DÉCIMA SEGUNDA DICA
12. Regra -Usa-se hífen em palavras de origem tupi-guarani compostas com os sufixos açu e mirim
Como em : Mogi-guaçu, capim-açu, anajá mirim, Mogi-mirim, (Manhu-açu??), (Para-guaçu??)

 

 

 

Educação pode reduzir risco de pressão alta, diz estudo.

terça-feira, 1 de março de 2011

imagem-afericao.jpgUma pesquisa americana sugere que mais tempo de educação pode reduzir a pressão sanguínea. A pressão alta, ou hipertensão, está ligada a problemas como ataques cardíacos, derrames e falência renal. O estudo publicado na revista especializada BMC Public Health mostra que a ligação entre educação e redução da pressão sanguínea é mais forte entre mulheres. Acesse: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4967384-EI8266,00-Educacao+pode+reduzir+risco+de+pressao+alta+diz+estudo.html

Leis acerca dos Níveis de Ensino no Brasil: O que é Nível de Ensino e Modalidade de Ensino?

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
 Oficialmente temos dois níveis de ensino: Básico e Superior. O artigo abaixo explica a questão.

Educação Básica (Nível de Ensino)
Apresenta um conjunto de leis, decretos, pareceres e resoluções referentes aos níveis de Educação Básica do Brasil que tem por finalidade assegurar a formação comum e o exercício da cidadania.

Lei n.º 10.639, de 9 de janeiro de 2003
Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional com relação à inclusão, no currículo oficial da Rede de Ensino, da obrigatoriedade do ensino sobre “História e Cultura Afro-Brasileira”, entre outras providências.

Educação Infantil (Modalidade de Ensino do Nível Básico)
Resolução CEB n.º 1, de 7 de abril de 1999
Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.

Resolução CEB/CNB n.º 02/99
Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de docentes da Educação Infantil e das séries iniciais do Ensino Fundamental , em nível médio, na modalidade normal.

Credenciamento e Funcionamento de Instituições de Educação Infantil
Volume I
Volume II

Ensino Fundamental (Modalidade de Ensino do Nível Básico)
Lei n.º 11.274 de fevereiro de 2006
Altera a redação dos artigos 29, 30, 32 e 87 da Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, dispondo sobre a duração de nove anos para o Ensino Fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos 6 anos de idade.

Resolução CNE/CEB n.º 3, de 3 de agosto de 2005
Define normas nacionais para o aumento da duração do Ensino Fundamental para 9 anos.

Resolução CEB/CNB n. 02/99
Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação de docentes da Educação Infantil e das séries iniciais do Ensino Fundamental, em nível médio, na modalidade normal.

Resolução CEB/CNE n.º 2, de 7 de abril de 1998
Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.

Ensino Médio (Modalidade de Ensino do Nível Básico)
Informações sobre o que é o Ensino Médio, as políticas educacionais, regulamentação do curso , Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino MédioPCNEM, estatísticas e avaliação do Inep, Saeb, Enem .

A íntegra da LDB e das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio — DCNEM — pode ser obtida também no volume “Bases Legais” dos PCN — Ensino Médio .

Educação Superior (Nível de Ensino)
A Secretaria de Educação SuperiorSesu — é a unidade do Ministério da Educação responsável por planejar, orientar, coordenar e supervisionar o processo de formulação e implantação de políticas e programas educacionais destinados ao Educação Superior . Na página da Secretaria, as instituições de Educação Superior encontram as Instruções para Elaboração de todos os Processos de credenciamento, recredenciamento, autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos superiores.

A fim de facilitar a busca por legislação específica, relacionamos a seguir as principais ações e programas da Educação Superior com acesso às páginas no site do Ministério da Educação:

  • Cursos de graduação (Modalidade de Ensino do Nível Superior) — autorização, avaliação das condições de ofertas, reconhecimento, diretrizes curriculares, Educação a Distância, financiamento estudantil — Fies, treinamento, Provão — Exame Nacional de Cursos.
  • Formação de professores
  • Cursos seqüenciais — autorização, reconhecimento e legislação.
  • Curso de pós-graduação lato sensu (Modalidade de Ensino do Nível Superior) especialização
  • Programas de pós-graduação (Modalidade de Ensino do Nível Superior) — mestrados e doutorados
  • Instituições de Educação Superior — credenciamento, recredenciamento, Instituições Federais de Ensino Superior — Ifes, gratificação de estímulo à docência.
  • Fundações de apoio
  • Hospitais universitários
  • Residência médica
  • Convênios de natureza financeira
  • Programa de modernização e qualificação do Ensino Superior
  • Programas internacionais
  • Censo
  • Estatísticas
  • Legislação

                                                    Fonte: http://www.educacional.com.br/legislacao/leg_iii.asp

Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica - PARFOR

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica - PARFOR é resultado de um conjunto de ações do Ministério da Educação - MEC, em colaboração com as secretarias de educação dos estados e municípios e as instituições públicas de educação superior neles sediadas, para ministrar cursos superiores gratuitos e de qualidade a professores em exercício das escolas públicas sem formação adequada à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, de dezembro de 1996.

Cumprindo o Decreto 6.755, o MEC delegou à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Capes a responsabilidade pela indução, fomento e avaliação dos cursos no âmbito do PARFOR. Todas as licenciaturas das áreas de conhecimento da educação básica serão ministrados no PARFOR, nas modalidades presencial e a distância: cursos de 1ª Licenciatura para professores sem graduação, de 2ª Licenciatura para licenciados atuando fora da área de formação e de Formação Pedagógica, para bacharéis sem licenciatura. Informe-se no link http://www.capes.gov.br/educacao-basica/parfor

Enciclopédia Britânica oferece conteúdo ao ensino fundamental

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Estudantes do ensino fundamental, matriculados em escolas públicas de todo o país, podem acessar o conteúdo da Britannica Escola Online, ferramenta desenvolvida pela Enciclopédia Britannica, empresa que criou a mais antiga enciclopédia ainda publicada. A ferramenta, que reúne verbetes da enciclopédia, dicionário e atividades de ensino, está disponível no Portal de Periódicos, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O conteúdo pode ser acessado em computadores localizados nas dependências das escolas públicas. Mais de 27 milhões de alunos poderão utilizar os recursos do portal, conforme dados do Censo Escolar 2010, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Acesse: http://www.nota10.com.br/noticia-detalhe/6179_Enciclopedia-Britanica-oferece-conteudo-ao-ensino-fundamental- e veja como ter acesso à novidade.

PARECER CNE Nº 1/97 - CEB - Aprovado em 26.02.97

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

 

PARECERES CNE:

Leis acerca das Orientações Preliminares da Câmara de Educação Básica sobre a Lei nº 9.394/96

Essa lei ressalva a importancia da parametrização e elaboração do regimento interno, quantidades de dias letivos e outros, antes do inicio do periodo letivo das instituições. O link abaixo, traz orientações e sugestões para que a organização da secretaria da sua instituição esteja de acordo com as leis da educação.

Acesse: http://www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/diretrizes_p0252-0255_c.pdf

OBS: Você só conseguirá visualizar esse link, caso tenha instalado em sua máquina o ADOBE READER 9.

 

 

 

Municípios têm de construir seis mil unidades até 2014

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Prefeituras de todo o país têm, até 2014, o desafio de construir seis mil creches e escolas públicas de educação infantil previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2). Esse conjunto de escolas vai criar 1,2 milhão de vagas. Ser proprietária e ter o título de domínio do terreno no qual a escola será construída é uma garantia que a prefeitura deve apresentar ao Ministério da Educação para receber recursos do Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos da Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância).

De acordo com a secretária de educação básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda, a falta de terreno com dominialidade pública é um obstáculo que os municípios têm dificuldade de vencer. “Nas grandes cidades é ainda mais difícil”, diz a secretária. As seis mil escolas previstas no PAC-2 estão distribuídas entre as cinco regiões do país, mas têm prioridade as áreas metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, de grande concentração populacional.

Para Maria do Pilar, outro desafio da expansão da educação infantil é levar a sociedade a entender que escola não é lugar para guardar crianças, mas para educá-las. “Não é para a criança ficar ali enquanto a mãe trabalha; a educação infantil é escolar e esse é um espaço da educação”, salienta. “Temos de oferecer uma educação que faça diferença na vida da criança e, para isso, precisa ter qualidade.”

De acordo com dados da Secretaria de Educação Básica (SEB), desde que foi criado, em 2007, o Proinfância já financiou a construção de 2,3 mil escolas de educação infantil — Maria do Pilar estima que cerca de 300 estejam concluídas. As prefeituras que terminam as construções recebem, mediante convênio com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), R$ 100 mil para aquisição de mobiliário e equipamentos destinados às escolas e creches.

Educação básica Ensino fundamental de nove anos alcança todas as redes

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

As redes públicas dos 5.565 municípios brasileiros começaram o período letivo deste ano com 100% de implantação do ensino fundamental de nove anos. Isso significa que crianças de seis anos de idade têm matrícula assegurada no primeiro ano do ensino fundamental público, conforme determina a Lei nº 11.274, de 6 de fevereiro de 2006.

Acesse: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16340:ensino-fundamental-de-nove-anos-alcanca-todas-as-redes&catid=211&Itemid=86

Pedagoga idealiza projeto para atender crianças em risco social

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Participar da vida das crianças, fazendo a diferença, é uma das maiores satisfações da pedagoga Rosângela Maria Borges Martins, 36 anos de magistério. Além disso, ela sonha em implementar projeto de formação de professores especializados na área de pedagogia social. Os profissionais seriam preparados para trabalhar com crianças em situação de risco e vulnerabilidade social.

“Trabalhar com aquelas crianças foi, sem dúvida, meu primeiro desafio. O maior e melhor de todos, considerada a vida de cada um, suas possibilidades e dificuldades”, disse Rosângela. “Cresci como pessoa, como professora, como cidadã que acredita e briga para que todos tenham oportunidades” diz Rosângela .

Acesse: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16308:pedagoga-idealiza-projeto-para-atender-criancas-em-risco-social&catid=211&Itemid=86 e conheça o projeto.

Escolas têm prazo para fornecer dados de alunos

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

censo-2010.jpgA partir de 1º de fevereiro, as escolas de educação básica de todo o país tiveram prazo para lançar, no sistema Educacenso, as informações sobre o movimento e o rendimento de cada um de seus alunos no final do ano letivo de 2010. O sistema estará aberto até 11 de março. A escola deverá informar se o aluno foi aprovado ou não em 2010, se foi transferido ou se abandonou os estudos. O lançamento dos dados pelas escolas deve ser feito no módulo situação do aluno, na página eletrônica 

Acesse: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16306:agenda-escolas-tem-prazo-para-fornecer-dados-de-alunos&catid=372&Itemid=86

Veja dicas de como preparar o estudante para voltar às aulas

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Após o período de férias, crianças e jovens podem estranhar a volta à rotina das aulas. Pais e especialista falam sobre a importância de preparar os alunos para os estudos. Assista à reportagem e veja mais informações no Especial Volta às Aulas. Acesse: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/01/25/veja-dicas-de-como-preparar-o-estudante-para-voltar-as-aulas.jhtm