Pedagoga idealiza projeto para atender crianças em risco social

de Ednei Simões | 8 de fevereiro de 2011

Participar da vida das crianças, fazendo a diferença, é uma das maiores satisfações da pedagoga Rosângela Maria Borges Martins, 36 anos de magistério. Além disso, ela sonha em implementar projeto de formação de professores especializados na área de pedagogia social. Os profissionais seriam preparados para trabalhar com crianças em situação de risco e vulnerabilidade social.

“Trabalhar com aquelas crianças foi, sem dúvida, meu primeiro desafio. O maior e melhor de todos, considerada a vida de cada um, suas possibilidades e dificuldades”, disse Rosângela. “Cresci como pessoa, como professora, como cidadã que acredita e briga para que todos tenham oportunidades” diz Rosângela .

Acesse: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16308:pedagoga-idealiza-projeto-para-atender-criancas-em-risco-social&catid=211&Itemid=86 e conheça o projeto.

Escolas têm prazo para fornecer dados de alunos

de Ednei Simões | 8 de fevereiro de 2011

censo-2010.jpgA partir de 1º de fevereiro, as escolas de educação básica de todo o país tiveram prazo para lançar, no sistema Educacenso, as informações sobre o movimento e o rendimento de cada um de seus alunos no final do ano letivo de 2010. O sistema estará aberto até 11 de março. A escola deverá informar se o aluno foi aprovado ou não em 2010, se foi transferido ou se abandonou os estudos. O lançamento dos dados pelas escolas deve ser feito no módulo situação do aluno, na página eletrônica 

Acesse: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16306:agenda-escolas-tem-prazo-para-fornecer-dados-de-alunos&catid=372&Itemid=86

Veja dicas de como preparar o estudante para voltar às aulas

de Ednei Simões | 1 de fevereiro de 2011

Após o período de férias, crianças e jovens podem estranhar a volta à rotina das aulas. Pais e especialista falam sobre a importância de preparar os alunos para os estudos. Assista à reportagem e veja mais informações no Especial Volta às Aulas. Acesse: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/01/25/veja-dicas-de-como-preparar-o-estudante-para-voltar-as-aulas.jhtm

Moodle para Autores e Tutores” ensina bê-a-bá de ferramenta para ensino à distância

de Ednei Simões | 24 de janeiro de 2011

Moodle (Modular Object-Oriented Dynamic Learning Environment, também conhecido como “Sistema de Gestão da Aprendizagem”) é um programa de computador de distribuição gratuita usado por universidades e escolas do Brasil para práticas de ensino colaborativo e à distância. Acesse: http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/789291-moodle-para-autores-e-tutores-ensina-be-a-ba-de-ferramenta-para-ensino-a-distancia.shtml

1º Workshop 2011 - Novidades e Tecnologia para Gestão Educacional

de Rogério Amaral | 20 de janeiro de 2011

Censo Escolar registra 51,5 milhões de estudantes matriculados em 2010

de Ednei Simões | 21 de dezembro de 2010

censo-2010.jpgO Censo Escolar 2010 aponta que o Brasil tem 51,5 milhões de estudantes matriculados na educação básica pública e privada – creche, pré-escola, ensino fundamental e médio, educação profissional, especial e de jovens e adultos. Dos 51,5 milhões, 43,9 milhões estudam nas redes públicas (85,4%) e 7,5 milhões em escolas particulares (14,6%).

Atendem estudantes da educação básica 194.939 estabelecimentos de ensino. Em 2009, o censo registrou 52,5 milhões de alunos na educação básica.

Na avaliação do presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Joaquim Neto, a queda de cerca de um milhão de matrículas da educação básica pública em 2010, comparada a 2009, tem duas explicações: a melhora do fluxo escolar com redução de crianças repetindo a série combinada com o aumento do rigor técnico do Inep na coleta de informações do censo. “Fazemos checagem de dados para evitar matrículas duplas”, explicou. Em 2011, segundo Joaquim Neto, o Inep fará também visitas a escolas para verificar a autenticidade das informações prestadas.

Acesse: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16179 e veja os números!

Estudo destaca consolidação das avaliações educacionais no Brasil

de Ednei Simões | 14 de dezembro de 2010

educacao1.jpgUm estudo divulgado na segunda-feira pelo Banco Mundial destaca a consolidação das avaliações educacionais no Brasil e cita como um grande avanço a criação, em 2005, do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O indicador atribui notas, em uma escala de 0 a 10, a cada escola pública do país. “Nenhum outro grande país com regime federativo no mundo conseguiu esse feito”, diz o estudo.  Saiba mais acessando o site: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4842682-EI8266,00-Estudo+destaca+consolidacao+das+avaliacoes+educacionais+no+Brasil.html

Brasil melhora média da educação e sobe para 53ª posição

de Ednei Simões | 7 de dezembro de 2010

ranking.jpgO Brasil aparece entre os países que mais evoluíram na educação nesta década. A informação é de um relatório de avaliação divulgado na manhã desta terça-feira pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).  O Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) mostrou que a educação brasileira evoluiu 33 pontos nos exames realizados entre 2000 e 2009. O país foi superado pelo Chile, 37 pontos, e Luxemburgo, 38 pontos.  No ano 2000, a média brasileira era de 368 pontos, contra 401 pontos em 2009. Entretanto, na tabela geral, o Brasil ainda permanece entre os piores colocados no ranking internacional de ensino, na 53ª posição. Entre os latino-americanos, o país superou a Argentina e a Colômbia. Mas ficou 19 pontos atrás do México (49º), 26 pontos do Uruguai (47º) e 38 pontos atrás do Chile (45º).

O relatório avaliou os processos educativos em 65 países, 34 deles da OCDE. Um total de 20 mil estudantes brasileiros nascidos em 1993 responderam as provas de leitura, matemática e ciências.

Na avaliação Pisa feita por estados, o mais bem avaliado foi o Distrito Federal, seguido por Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Goiás, todos com média superior à média nacional.

Na média nacional, o Brasil cresceu principalmente em matemática, passando de 334 pontos em 2000 para 386 pontos em 2009. Em ciências, passou de 375 para 405, e em leitura de 396 para 412. Com isso, o Brasil atingiu a meta do Plano de Desenvolvimento da Educação de alcançar a média de 395 pontos nas três áreas.

Para o ministro da Educação, Fernando Haddad, os principais fatores que produziram esses resultados foram o crescimento do investimento em educação, o foco na aprendizagem das crianças e a definição de metas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) por escolas. Na sua avaliação, a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) também é responsável pelo impacto positivo nos resultados.

Segundo Haddad, o ¿sistema educacional brasileiro está reagindo aos estímulos¿. O resultado do Pisa no último triênio revela, de acordo com o ministro, que o país está no rumo certo e que há espaço para crescer. ¿A meta para 2012 é subir mais 16 pontos e chegar a 417.¿ Para alcançar essa meta, é prioritário investir em educação infantil e na valorização do magistério, em formação e remuneração, afirmou.

Fonte: TERRA Educação

FRIO … CALOR … SUOR …

de Ednei Simões | 1 de dezembro de 2010

Por que sentimos frio ou calor?
Por que ficamos todo arrepiado e trememos de
frio?
Quais são os mecanismos que geram, em nós, o
suor e qual a sua função?
E a febre?
Como o
calor se transfere de um lugar para outro?

Bem, vejamos:

O frio
De início, devemos lembrar que o ser humano é um animal homeotérmico, ou seja, existe uma estreita faixa de temperaturas — que fica ao redor dos 36,1oC — dentro da qual nosso corpo consegue funcionar adequadamente, regulando as funções de nossas células; fora desta faixa, problemas graves podem ocorrer e até mesmo ocasionar a morte.

Para evitar que nossa temperatura corporal saia fora dessa estreita faixa, nosso organismo criou mecanismos de defesa.

Quando o ambiente está frio, e começamos a perder calor para ele, são acionados, de início, os horripiladores, pequeninos músculos que ficam na raiz de cada pelo que temos espalhados pelo corpo. Esse acionamento causa de imediato o conhecido arrepio, uma onda de trepidação muscular pelo corpo todo. A tremedeira, que logo depois se estende a outros músculos, é nossa primeira proteção, pois tremer é um processo mecânico para gerar calor.

Além disso, os pelos eriçados colaboram na retenção de uma camada de ar junto à pele e, como o ar é um bom isolante térmico, eis nosso primeiro agasalho natural. Quanto mais pelo, mais ar é aprisionado e tanto melhor será esse agasalho natural. Nas aves, tal agasalho é constituído pelas penas.

Outra proteção natural do corpo é o embolar ; fechamos as mãos, cruzamos os braços, encolhemos as pernas e curvamos o corpo — tudo isso para diminuir a superfície externa exposta — quando menor a superfície exposta, menor será a área pela qual o calor pode escapar para o ambiente.

Está percebendo porque, no frio, o gato dorme todo enrolado, os bois se juntam ao máximo e você se encolhe todo sob os cobertores? O segredo é diminuir a superfície exposta! Quando isto não for suficiente, teremos que apelar para os agasalhos — eles engrossam as camadas de ar ao redor de nossa pele proporcionando maior isolamento térmico.

Cobertores não “esquentam” ninguém! Eles apenas aprisionam uma boa camada de ar ao nosso redor e, como o ar aprisionado é um bom isolante térmico, impede a perda de calor do corpo para o ambiente.

O calor
E quando sentimos calor?Aí inverte tudo: agora é a vez do nosso corpo receber calor do ambiente que está mais quente do que nós próprios.

 

Que fazer para remediar este acréscimo exagerado de calor que recebemos do ambiente?

Ora, devemos dar um jeito de jogar calor para fora do corpo. Lá vem nossa proteção: o sangue intensifica sua técnica de fluir e passa a irrigar partes mais próxima da pele — é aquele vermelhão que começamos a ver e sentir na pele — como a camada protetora do sangue diminui (pois está mais próximo da epiderme), o calor pode mais facilmente se transferir dele para a superfície da pele e escapar para o ambiente.

O suor
Se isso ainda não é suficiente, lá vem mais proteção: entram em ação as glândulas sudoríparas. São glândulas em forma de tubos que se abrem na superfície da pele formando os poros — elas expelem o suor — e esse, ao evaporar retira mais calor da própria pele, esfriando-a.

Então:

Sentir frio é perder calor exageradamente.

Sentir calor é receber calor exageradamente.

Sempre é o calor que vai do lugar mais quente para outro mais frio. Frio não é coisa que entra ou coisa que sai — frio é uma sensação ocasionada por perda de calor! — não ‘ondas de frio’, há massas de ar frio que passam por nós e que retiram calor de nossos corpos … e temos a sensação de frio!

A febre
Mesmo sendo animais homeotérmicos, há situações em que nosso organismo precisa de uma temperatura maior que a normal para seu bom desempenho e isso ocorre, por exemplo, quando somos atacados por microorganismos — vírus e bactérias — e nossas defesas internas ( glóbulos brancos e seu exército) precisam lutar contra eles para nos defender. Acontece que essas defesas são realizadas à custa de reações químicas, cuja eficiência aumenta com o aumento da velocidade com que se processam estas reações.

Sabe qual é um dos fatores que aumenta esta velocidade?

Sim, é isso mesmo, a temperatura!

Para ajudar os glóbulos no combate a essa invasão de microorganismos nosso organismo decide, nesta situação de guerra, aumentar a temperatura corporal bem acima dos 36,1oC. Está instalada a febre — não é ela uma doença em si, mas a conseqüência de uma luta que está sendo travada em nosso benefício — não é um problema, pelo contrário, é até um benefício, pois nos mostra que estamos equipados com mecanismos adequados de defesa. Pior seria se não tivéssemos febre! Ai os microorganismos acabariam conosco num piscar de olhos.

O problema aparece quando nosso organismo, em desespero de causa, continua a aumentar a temperatura corporal; as vezes, para além dos 40oC: ai o bicho pega! A temperatura passa a ser um problema seríssimo, pois aniquila nossas enzimas e nossas células podendo, mesmo, ocasionar a morte. Antes de chegar a tal situação, devemos fazer algo para baixar a temperatura. É ai que entram os medicamentos para controlar a febre, e não para acabar com ela … e conosco!

O cobertor realmente nos esquenta?

Preliminares
O calor pode transmitir-se, de um local mais quente para outro mais frio, de três modos: condução, convecção e radiação. Ainda que os três  possam ocorrer de forma simultânea, um deles pode ter maior relevância, sobre os outros, em cada situação.

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Como vimos, sentimos frio quando nosso corpo perde calor. Quando maior a rapidez dessa perda, maior será também a sensação de frio. Na perda de calor através da pele, a convecção contribui de forma decisiva. Esse modo de propagação do calor ocorre apenas com os fluidos (líquidos e gases) e pressupõe-se a existência de correntes (fluxos) no interior deles. Massas de fluidos a baixas temperaturas são substituídas por massas de fluido a maior temperatura que estão em contato com a fonte de calor. Esses movimentos do fluido produzem-se, em geral, como conseqüência de uma diferença de peso específico que o fluido quente apresenta em relação ao fluido frio. Devido a isso, o fator ‘existência de gravidade’ é preponderante nesse tipo de convecção.

Se em um recipiente transparente contendo água que está sendo aquecida acrescentarmos uma gotas de corante (figura abaixo, esquerda), poderemos observar facilmente as correntes de convecção. Elas se manifestam quando a água do fundo fica aquecida (menos densa) e sobe, dando lugar à água fria (mais densa) que desce da superfície.

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Se colocarmos a mão logo acima de um radiador de calor (aquecedor elétrico) em funcionamento, notaremos a corrente de convecção determinada pela ascensão do ar quente.

Uma variante, denominada convecção forçada, tem lugar quando as correntes de convecção não são originárias por diferenças de densidades. Se forçarmos tais correntes, aumentamos a taxa de transferência de calor. Assim, se agitarmos com uma colher a água que estamos aquecendo, provocamos uma convecção forçada e o aquecimento ocorrerá com maior rapidez. De forma análoga, a colocação de um ventilador na frente do radiador de calor, fará com que o ambiente se aqueça mais rapidamente.
Uma convecção é um transporte de material quente para uma região fria e, sempre deverá haver algum fator (causa) para determinar tal movimento (efeito). Nos casos corriqueiros de aquecimento de líquidos a causa da convecção é a gravidade terrestre. Quando, mediante uma tenaz, levamos um carvão em brasa de uma churrasqueira para uma bacia com água e o trazemos de volta para a churrasqueira, seremos nós o responsável por essa corrente de convecção.

Uma das funções da roupa que vestimos é justamente dificultar as correntes de convecção, as quais ocasionariam perdas de calor. Os ventiladores que usamos no verão (muito longo, para meu gosto) para nos refrescar também é exemplo de convecção forçada.

Segurando-se uma das extremidades de uma barra de ferro (figura acima, direita) e mantendo a outra sobre o fogo, é provável que, a menos que a barra seja muito comprida, logo deveremos soltá-la para não queimar a mão. Através da barra de ferro, assim como no interior de qualquer outro sólido, o calor se propaga mediante um mecanismo denominado condução. É uma transferência gradual de calor de partícula para partícula, no sentido da região quente para a fria. Os metais são excelentes condutores de calor enquanto que os tecidos com os quais nos vestimos e aqueles com os quais se fazem os cobertores são muito maus condutores. O próprio ar, em si, é mau condutor de calor.

Um cobertor, portanto, não nos “dá calor”, apenas dificulta sua perda, primeiro por ser mau condutor de calor e segundo por dificultar as correntes de convecção do ar.

A radiação é o terceiro modo através do qual o calor pode propagar-se. Todos os corpos emitem e absorvem calor sob a forma de radiação eletromagnética. Em geral, quanto maior a temperatura da fonte térmica, maior será a quantidade de energia radiante emitida. Uma grande parte da energia disponível na Terra provém da radiação térmica solar.

Uma superfície que absorve bem a radiação incidente sobre ela, nós a reconhecemos como tendo cor preta. Ao contrário, uma superfície reconhecida como de cor branca, é aquela que não absorve praticamente nada da radiação que recebe.

Total de alunos de classe D já é o dobro da A nas universidades

de Ednei Simões | 30 de novembro de 2010

Cerca de 100 mil estudantes com renda familiar de até três salários mínimos ingressam por ano no ensino superior

fuvest-aprovados-usp.jpgO estudo, feito a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela também que as classes C e D respondem atualmente por 72,4% dos estudantes universitários. Em 2002, a participação dos estudantes desses dois estratos sociais somavam 45,3%.

Acesse http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao e saiba mais!

Conflitos de poder entre professor e aluno

de Ednei Simões | 24 de novembro de 2010

imagesca1w6tle.jpgUm processo pode ser entendido como um conjunto de partes seqüenciais e interdependentes, organizadas para produzir um determinado resultado. Depreende-se deste entendimento que a aprendizagem é, também, um processo no qual professor e aluno são partes vitais e o produto final é a formação da competência humana. Acesse http://www.meuartigo.brasilescola.com/pedagogia/conflitos-poder-entre-professor-aluno.htm

Entenda o processo de Proclamação da República no Brasil: Questão Militar e Proclamação da República

de Ednei Simões | 17 de novembro de 2010

002.gifJuntamente com a agitação abolicionista da década de 1870, chegou também ao Brasil a propaganda republicana. Durante a década de 1880, a idéia de República angariou simpatizantes no país, mas em número menor que o abolicionismo, e num ritmo muito mais lento. Somente após o fim da escravidão, ela entrou na ordem-do-dia. Os primeiros a engrossar as fileiras do novo grupo foram os cafeicultores, revoltados com a monarquia. Responsabilizavam o governo imperial pela perda dos escravos, sem indenização. Depois da Lei Áurea, de 13 de maio de 1888, os líderes do setor cafeeiro rapidamente se uniram aos idealistas do Partido Republicano, fundado havia quase duas décadas. Até então, a agremiação contava apenas com militantes jovens e idealistas. Mas o partido não decolou. Durante dez anos, seu desempenho eleitoral foi pífio: não conseguia eleger seus candidatos à Câmara e ao Senado. Tire todas as suas dúvidas, acessando: http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1702u58.jhtm

Editar um texto não é procurar erros gramaticais, ensinam jornalistas

de Ednei Simões | 16 de novembro de 2010

10265168.jpg Magrinho, esbelto, sem pneuzinhos e gorduras localizadas. É desta (boa) forma que o texto ficará após ser passado a limpo, segundo as jornalistas Arlete Salvador e Dad Squarisi. O processo equivale a mandar as linhas para o spa.  As autoras de “Escrever Melhor” atentam o leitor que é inútil brigar com a balança da gramática ou resistir ao regime e preservar o tamanho do texto. Pelo contrário, só perderá no conteúdo. Enxugar, aqui, significa priorizar ali.  Uma dieta rica em substantivos e pobre em adjetivos é o recomendável, conforme as jornalistas. Sobrecarregar o leitor com informações irrelevantes não vale a pena. Editar é fundamental e vai além da caça de erros. Acesse: http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/802856-editar-um-texto-nao-e-procurar-erros-gramaticais-ensinam-jornalistas.shtml .

 

Escrever certo pega bem, diz autora de “Superdicas de Ortografia” .

de Ednei Simões | 16 de novembro de 2010

escrevendo.jpgEm entrevista à Livraria da Folha, por telefone, Dad frisou que a escola não ensina, e os professores repassam a meia lição e não a lição completa sobre a gramática da língua portuguesa para os estudantes. Daí, a perpetuação da calosidade em nossa escrita.  A especialista disse que boa parte dos alunos não sabe gramática. Ela atribui o deslocamento incorreto da pontuação a um problema de análise sintática. “A vírgula não é saber pausa, não é onde você respira e põe a vírgula. A vírgula é problema de análise sintática”. Acesse: http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/810032-professores-ensinam-gramatica-pela-metade-diz-especialista-em-lingua-portuguesa.shtml

 

Fonte: Livraria da Folha

MEC admite erro em gabarito; estudantes sentem-se prejudicados

de Ednei Simões | 8 de novembro de 2010

A “novela” do ENEM continua com capítulos inéditos. Até mesmo o MEC, admitiu erros nos gabaritos das provas.  A prova deste sábado (6) teve 90 questões: 45 de ciências humanas, numeradas de 1 a 45, e mais 45 de ciências da natureza, numeradas de 46 a 90. Na folha de resposta os cabeçalhos das provas estavam trocados: as questões de 1 a 45 eram identificadas como ciências da natureza e as de 46 a 90, como ciências humanas. Acesse: http://noticias.terra.com.br/educacao/enem/noticias/0,,OI4777440-EI8398,00-MEC+admite+erro+em+gabarito+estudantes+sentemse+prejudicados.html